quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Desvendando o Overtraining – por Claudio Bolanho, diretor Geral Help Professor




Quem gosta de desporto, seja atleta profissional ou não, corre um risco que, infelizmente, é mais comum do que se imagina: A síndrome do Overtraining. Em resumo, e de forma simplificada “ganho de lesões e queda de rendimento”Como já sabemos tudo em excesso é ruim, inclusive treinar. E como muitos desportistas não querem perder tempo, alguns erros são cometidos durante a preparação física. Mas é muito importante ter controlo no treino, pois exagerar pode custar caro.Durante o overtraining o corpo sofre diversos abalos e a perda da performance pode, inclusive, vir acompanhada de lesões. Durante este processo, há diminuição de hormônios, como a testosterona e o aumento de outros, como o cortisol.
Para se ter uma ideia, este aumento do cortisol prejudica o metabolismo e o sistema imunológico. Ou seja, o tiro sai pela culatra. Os sintomas de um atleta com overtraining podem variar desde a fadiga física à psíquica.
Além da queda do desempenho, há alterações na qualidade do sono, ou sonolência durante o dia; mudança de apetite; sensação constante de cansaço; problemas psicológicos como excitação, depressão, irritabilidade, ansiedade e nervosismo; aumento do tempo de recuperação da frequência cardíaca; dificuldade excessiva de completar sessões de treino, perda de peso e apatia geral.
De acordo com pesquisadores existem dois tipos de overtraining, o comportamental e o orgânico. O primeiro é o mais traiçoeiro devido à dificuldade de ser diagnosticado e, consequentemente, curado.
Como ele esta associado a diversos factores emocionais e sociais, a dimensão dos problemas acaba por ser grande. Inclui desde no medo de fracassar ou traumas, conflitos pessoais e problemas financeiros. Normalmente esse tipo de overtraining é descrito como fadiga mental.
“Uma dica para vencer estes problemas é focar nos objectivos, definir as prioridades e segui-las com disciplina”.
Já no overtraining orgânico ou físico, como os sintomas são mais visíveis, o tratamento acaba por ser mais fácil. Alguns dos problemas a serem detectados são, problema fisiológicos, cardiológicos, ósseos, musculares e hormonais. O sintoma que requer maior atenção é o cardiológico, portanto fique atento ao seu coração.
Posso afirmar pela experiencia como técnico que o índice de overtraining é consideravelmente mais alto em atletas amadores. Um dos motivos é o facto de não adoptar a melhor estratégia de treino e não seguir uma recuperação adequada entre os treinos.
“Desta forma, reforço a ideia de estar sempre atento. Respeitar os limites fisiológicos, interpretar as sensações, e não ignorar os avisos vindos do seu corpo”.
Para finalizar é importante fazer o uso de um diário para registar dados importantes como tensão (pressão arterial), frequência cardíaca média e máxima de treino, registo do esforço, dentre outras observações, pois além de estar a acompanhar seu pregresso poderá realizar comparações com dados anteriores.
Conclusão meus caros atletas: “Respeite sempre os sinais do seu corpo e fique atento aos avisos do mesmo. “Mais vale recuar alguns passos para podermos alcançar maiores distâncias”. Bons treinos!

fonte: CicloFemi


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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Terceira Edição da REVISTA BIKEFIT



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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Décimo Segundo ENDURO TAPIOR - Tabuleiro do Norte-CE



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Dica da CONSULTORIA VAGNO JESUS: Selim desregulado, sofrimento garantido.



Ciclistas na ciclofaixa de lazer. Foto: Divulgação/Movimento Conviva

Nesse último domingo de sol, eu passava de carro com uma amiga perto de uma ciclofaixa de lazer. O trânsito estava parado na ponte. Minha amiga olhou pro lado e, ao ver as pessoas indo e vindo de bike sem parar nem um segundo, disse: “que inveja desses ciclistas” – ela também pedala. Olhei para o pessoal na ciclofaixa. Famílias inteiras pedalando felizes, refrescadas pelo vento contrário, crianças, idosos, todos aproveitando o domingo ao ar livre. Eu, de dentro do carro, observando alguns e algumas que passavam de bike, respondi que não sentia inveja alguma. “Olha a altura desses selins!”, eu disse. “Um mais baixo que o outro. Essas pessoas vão ter uma baita dor nas pernas nesse domingo. Não sei como aguentam”.

Pedalar com o selim desregulado é um “fenônemo” que se observa não apenas nas ciclofaixas de lazer dominicais e nos parques, onde grande parte dos ciclistas está acostumada a pedalar por lazer durante os fins de semana, e que por isso nem sempre atenta para detalhes fundamentais da dinâmica física da bicicleta e sua relação com nosso corpo a longo prazo. Incontáveis vezes também já vi policiais que fazem rondas de bicicleta pedalando com o selim láááááá embaixo, as pernas se movimentando num constante ângulo de 90 graus, e ainda por cima na subida, o que torna o pedalar ainda mais difícil com o selim baixo. Além deles, vejo com frequência entregadores de padarias, restaurantes e supermercados pedalando todo curvados, os joelhos quase tocando os cotovelos, fazendo um esforço danado pra sair do lugar – e com o agravante do peso da entrega às costas ou no bagageiro da bike. Funcionários da empresa Porto Seguro que prestam serviços e se deslocam pela cidade de bicicleta também são campeões do selim baixo. Para pelo menos uns dois, parados ao farol ao meu lado, eu sugeri que suspendessem um pouco o canote do selim – e que não pedalassem no meio-fio, outro hábito nada saudável e muito menos seguro que alguns costumam ter.

Pedalar é fácil. Difícil é pedalar com selim desregulado

Pedalar com o selim desregulado para nossa altura (seja para mais ou para menos) é doloroso e faz a prática do pedal parecer algo difícil e nada prazerosa. Grande parte das queixas de dores nas pernas, glúteos, costas e mesmo nos braços podem ter a ver com a altura errada do selim.

Baixo demais

Se está baixo demais (e esse é o caso mais comum), forçamos muito alguns poucos músculos, os joelhos e fazemos a pedalada render menos do que poderia. Me parece que muita gente deixa o selim mais baixo para poder alcançar o pé no chão na hora de parar, seja por conforto ou por medo de cair da bicicleta ao ter que desmontar dela rapidamente numa parada qualquer. Seja qual for o motivo, conforto de pôr o pé no chão sem sair da bicicleta ou medo de desmontar para pôr o pé no chão (que pode ser superado com um pouco de treino) não compensam os danos físicos e o desprazer que um selim desregulado causa no corpo da gente.

Alto demais

Quando a altura errada é para mais, a gente pedala rebolando lateralmente, de um lado pro outro, esticando a ponta do pé para alcançar o pedal até o fim da pedalada, forçando demais as panturrilhas e o peito do pé. Incluindo os glúteos que friccionam além da conta o selim e terminam machucados no fim do dia, contabilizamos nessa pedalada três partes do nosso corpo que sofrem.

Sem segredos nem macetes: o “truque” é o conforto

Já ouvi alguns truques e macetes para regular com precisão a altura do selim de forma adequada à nossa altura. Pode ser que funcionem para algumas pessoas, mas para outras não. Pelo menos comigo (e acho que com bastante gente) essas dicas não funcionam 100%. Primeiro porque cada bike tem design e medidas diferentes; depois, os corpos, obviamente, são diferentes em suas medidas, proporcionalidade e na percepção particular de conforto.

Demorei cerca de uma semana até acertar a altura do meu selim. Usei a bicicleta em diferentes situações para saber se aquela altura continuava confortável em todas elas, especialmente nas subidas, que naturalmente exigem mais dos nossos músculos e joelhos. Uma vez descoberta a altura correta, todas as dores localizadas que sentia no corpo se foram.

Medidas básicas

Em vez de truques e macetes, prefiro sugerir duas medidas básicas que servem para qualquer tipo de corpo e bike:

1. Em cada pedalada, a perna deve estar inteira esticada quando o movimento do pedal for de descida. Esticada não quer dizer “estirada”, como no caso em que o selim está tão alto que a pessoa precisa rebolar lateralmente e tocar o pedal com a ponta do pé para dar conta de completar a pedalada. Verifique se sua perna está esticada observando seu joelho na descida do pedal. Se ele continua ainda um pouco dobrado no fim da descida, suba um pouco mais o selim até que a perna toda esteja reta, e que a sola do seu pé toque o pedal inteiramente sem precisar forçar esse toque.

2. Preste atenção no conforto ou desconforto que você sente ao pedalar. Repare nos sinais que seu corpo te dá. É comum que, ao pegar uma bicicleta nova, o corpo se ressinta um pouco até se adaptar. Algumas dores são comuns, como nos músculos das panturrilhas e coxas, nos braços e ombros. Dependendo do condicionamento físico da pessoa e do tipo de bicicleta utilizada, essa adaptação pode levar horas ou dias. Mas uma vez o corpo adaptado à bicicleta, o desconforto passa, e o que fica é só a dor natural que vem do esforço de uma subida mais pesada, por exemplo, de uma pedalada mais duradoura. Se mesmo com o selim regulado corretamente o desconforto não passar de jeito algum, é preciso ver se o problema está em outros componentes da bike e suas medidas. Em boas bicicletarias há sempre algum profissional capaz de avaliar essas medidas em relação ao seu corpo e descobrir onde está o erro.

Conforto mínimo

Seja como for, há sempre um conforto mínimo que deve ser observado logo que se monta em uma bicicleta. Repare na resposta dos joelhos e dos glúteos nos primeiros minutos de pedalada. Eles não devem reclamar demais, queimar, fatigar-se sem motivo aparente. Se você desconfiar que o selim não está regulado para sua altura, desça da bike e ajuste-o – se estiver na Ciclofaixa de Lazer, há mecânicos de plantão que podem ajudá-lo na regulagem. Lembre-se que pedalar é um ato prazeroso, e que só dói ou incomoda quando a bicicleta (especialmente o selim) não está adaptada às peculiaridades do nosso corpo.

FONTE: http://colunas.revistaepocasp.globo.com/nabike/2012/12/04/selim-desregulado-sofrimento-garantido/


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E-mail Que Recebi da Atleta Mossoroense de Ciclismo Alice Melo.



Olá!
Saiba que não esqueci de ti!

Todos os momentos de dificuldade busco lembrar de toda a trajetória que justo você estive presente! Tenho gratidão imensa diante de tudo que buscou fazer para mim incentivar no ciclismo! Minha família, como meus amigos e meus patrocinadores foram de soma importante para está onde estou!
A cada momento e a cada realização tenho sentindo grande alegria!

Faz quase um ano que estou longe, vivendo uma rotina completamente diferente, uma rotina que mim faz sentir vontade de buscar a cada momento meus sonhos! 
O projeto, não tenho o que reclamar! A principio, alguns criticavam; "Como você irá deixar sua filha ir assim, embora, para um lugar desconhecido!?" 
A resposta de minha mãe e pai foi simples e objetiva; "É uma decisão difícil, mas Alice têm um sonho, ir a São Paulo poderá transforma-lo em realidade. Portanto iremos apoia-la como sempre fizemos!" 
Essas foram ás palavras que meus pais disseram diante do assessor que proporcionou ás passagens para vir fazer o teste! Não contive a emoção! Junto a minha mãe, chorei, pois a felicidade mim proporcionava o sabor de um caminho para a realização dos meus sonhos!
Viajar em pleno carnaval, sozinha, com algum dinheiro no bolso, justo economias... Não conseguia enxergar dificuldade, tudo parecia simples diante do meu desejo de está aqui! Tendo uma chance, era tudo que precisava! 
Logo no primeiro treino, consegui corresponder o meu maior desejo... "Alto surpreender!" Fiz o melhor tempo no contrarrelógio, justo feito para testar os atletas antes da Volta do Futuro, a competição que mim fez entender, que é preciso ser forte para suportar ás dores e sofrimento que o ciclismo proporciona! 

Hoje, posso dizer que sou uma atleta feliz, tenho o tempo a meu favor e desejo de apreender incansável! Está na equipe Lidra Americana, mim faz conhecer novos horizontes, justo os do Ciclismo de Pista, antes temido, mas que tornou-se uma paixão! Muitas experiências tenho vivido! 

Essa semana posso ter uma grande realização, receberemos três profissionais que podem ser os responsáveis teremos um teste para selecionar oito atletas irei fazer um período de treinamentos na Suíça! Estou trabalhando forte e desejando ser uma escolhida! Não irei ficar no sonho, irei ser firme e forte, aplicar o que apreendendo e esperar a vontade do senhor, espero ser digna desta nova experiência!

Desejo apenas coisas boas e te agradeço pelo incentivo que mim proporcionou!


Alice Melo - Copa de Ciclismo Amador 2012


Att;
AliceMelo
019 8365-6604

CONQUISTAS....








NOTA DO BLOG: Simplesmente gostaria de agradecer pelo carinho e reconhecimento que você tem pela minha pessoa, eu sempre acreditei no seu potencial e no seu objetivo, quando lhe vi pela primeira vez eu fiz uma simples pergunta a você, qual era o seu objetivo no ciclismo e você me respondeu com uma tranquilidade e com brilho nos olhos e percebi que ali eu estava diante de uma atleta que ira vencer na vida, você me respondeu que seu foco era ir para as olimpíadas, era de se estranhar uma menina de apenas 15 anos com todas a dificuldades ter aquilo como meta, quando soube do campeonato brasileiro e sabia que você tava enfrentando dificuldades de ir, busquei e lutei sim pelas suas passagens aéreas para você ir ao campeonato brasileiro onde você ficou com a sétima colocação e foi de lá que você conseguiu ser vista e reconhecida nacionalmente onde você conseguiu seu espaço na equipe da cidade de Americana/SP e que agora você fará esse teste na Suiça que tenho absoluta certeza que você vai melhorar seu desempenho e vai conseguir aumentar sua performance, como sabemos para conseguir suas passagens tivemos que externar a sociedade mossoroense através dos Blogs de Carlos Santos, Tio Colorau e Carlos Escossia qual era o seu objetivo naquele momento e foi quando conversei com o vereador Lahyre Larinho" Rosado e com a deputada Larissa Rosado eles disseram que ia proporcionar a sua ida junto com seu pai para o campeonato, esperamos mais sucesso seu, você nos honra de alegria quando leva o nome de Mossoró.


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Ciclista com Deficiência Física Rouba a Cena na Na IV Corrida Noturna do Sesi em Natal.

Na IV Corrida Noturna do Sesi, no sábado, em Natal, destaque para o cadeirante Pablo Gustavo Ferreira, de 27 anos que participou com sua handbike, bicicleta que ele ‘pedala’ com as mãos. Força de vontade, perseverança e muitos aplausos. Foram 10 quilômetros na bicicleta adaptada.



Bicicleta adaptada

fonte: http://www.thaisagalvao.com.br/2012/12/03/destaque-na-corrida-noturna-do-sesi-pedalou-10-km-com-as-maos/

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Divulgação: Você Mataria por 30 segundo???





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Entrevistando.... Nadja Frederico Grupo Trilheiros Mossoró






CICLISMO MOSSORÓ: UM BREVE RESUMO DE QUEM É Nadja Frederico.
R-> Nadja uma pessoal bastante sonhadora, pessoal que adora a vida e ama fazer novas amizades.

CICLISMO MOSSORÓ: Nome Completo?
R->Nadja Patricia de Lima Frederico

CICLISMO MOSSORÓ: Uma curiosidade se seu nome é Nadja Frederico e porque todos a chamam pelo nome de Patrícia?
R-> Uso muito Nadja Frederico em tudo que faço , pois acho um nome tipo pra mim “mais bonito e sério rs..r.s.rs”, mas meus amigos me chamam de Patricia acho porque ser mais fácil.

CICLISMO MOSSORÓ: Como conheceu a bicicleta?
R-> Quando eu tinha 15 anos eu ganhei um quadro de uma magrela de um amigo, e sempre gostava de pedalar, mas parei e só em 2010 eu por necessidade mesmo o comprei minha bike para poder ajudar na perca de peso, e daí fui me apaixonando a cada dia que passava.

CICLISMO MOSSORÓ: Como a bicicleta entrou na sua vida e de qual maneira ela mudou, se é que mudou?
R-> Na realidade como falei logo acima primeiro foi por amar mesmo pedalar, mas depois de um longo tempo foi por necessidade, pois tive crises de pânico, inicio de depressão e estava com obesidade moderada (95kg). A bicicleta me trouxe uma vida bem melhor e grandes amigos.

CICLISMO MOSSORÓ: Quais as maiores dificuldades encontrada na sua cidade para o amante da bicicleta? 
R-> A falta de ciclovias, ciclo faixas, bicicletários e a conscientização de muitos motoristas.

CICLISMO MOSSORÓ: Antes da Bike o que Nadja Frederico fazia na prática esportiva?
R-> Antes eu passei 10 anos no sedentarismo mas até meus 24 anos eu treinava Karatê hoje em dia minha segunda paixão.

CICLISMO MOSSORÓ: Todos nós temos um ídolo no esporte, qual é o seu?
R-> Na realidade minha grande ídola no ciclismo é a minha amiga Mazinha uma pessoa fenomenal e que mostra que idade não impede de nada, gostaria de ter o ritmo da mesma e garra. Não tenho esse ídolos campeões do mundo etc.

CICLISMO MOSSORÓ: Sabemos que você pratica o cicloturismo, qual foi o motivo da sua escolha pela modalidade?
R-> Eu Escolhi o cicloturismo pois podemos aproveita a paisagem e interage com as pessoas de uma forma que somente a bicicleta pode proporcionar, além de praticar exercício e contribuir para a sustentabilidade ambiental.

CICLISMO MOSSORÓ: Qual é a viagem que mais marcou sua vida?
R-> A de Fortaleza/CE

CICLISMO MOSSORÓ: Com qual freqüência você pedala, e se você faz parte de algum grupo de ciclismo?
R-> Durante a semana pedalamos em torno de 150Km e nosso grupo é o “Trilheiros Mossoro”.

CICLISMO MOSSORÓ: Você tem alguma viagem que deseje fazer algum dia na vida de bike?
R-> Primeiramente gostaria de vir de Natal-Mossoro e depois fazer Recife-Natal.

CICLISMO MOSSORÓ: Como sua família encara seu amor pelo ciclismo?
R-> Tenho uma família maravilhosa que estar sempre ao meu lado em todas as minhas decisões e eles sabem o quanto o ciclismo me ajudou e por isso eles apóiam em tudo que faço.

CICLISMO MOSSORÓ: Qualidade e defeito que você tem?
R-> Sou uma pessoa bastante família e adoro fazer amizades, agora meu defeito é difícil agente admitir mas sou uma pessoa explosiva.

CICLISMO MOSSORÓ: De que maneira você acha que os políticos deveria ajudar o nosso esporte para uma melhor qualidade de vida.
R->ELES PODERIAM TER BOM SENSO PRIMEIRAMENTE E VÊ O QUANTO O ESPORTE EM SI AJUDA NA SOCIEDADE, DANDO APOIO NÃO SÓ A FUTEBOL, COMO ELES FAZEM, MAS A TODOS OS ESPORTES.

CICLISMO MOSSORÓ: - Você quer deixar algum agradecimento?
R-> Agradecer a Deus por tudo que ele me proporcionou durante todo esse tempo em minha vida e a minha família que apoio em toda esses sonhos.

CICLISMO MOSSORÓ: Família?
R-> A base de tudo em nossa vida.

CICLISMO MOSSORÓ: O que você acha do Blog Ciclismo Mossoró?
R-> O Blog Ciclismo Mossoro foi uma porta de entrada para as minhas pedaladas em grupo, tenho muito a agradecer por existir blog de turmas bastante diferenciada e que amam o ciclismo como eu .

CICLISMO MOSSORÓ: Para encerrar, uma Frase ?
R-> “ Nenhum obstáculo é tão grande se a sua vontade de vencer for maio”. (ficou marcada na minha viagem a Fortaleza/CE) recebi essa frase de um amigo meu Adriano.



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