sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Campeonato Mossoroense de Mountain Bike 2014 - 1ª ETAPA

Cartaz da 1ª Prova do Campeonato Mossoroense de Mountain Bike - 2014 dia 09.03. Largada às 09:00hs no assentamento Paulo Freire, na margem da BR 304, a 06 kms do Posto da PRF da saída para Natal. A largada será às 09:00hs para possibilitar aos atletas que vem de outros municípios e Estados, e que não queiram pernoitar em Mossoró, cheguem a tempo. (Organização)




Ficha de Inscrição para a 1ª Prova do Campeonato Mossoroense de Mountain Bike - 2014, dia 09.03. A inscrição pode ser feita em qualquer loja de ciclismo de Mossoró a partir de 2ª Feira (24.02). Os atletas de fora podem enviar a ficha de inscrição para o email campeonatomtb@hotmail.com. Lembrando que as inscrições até 05.03 custam R$ 30,00 e após R$ 35,00. Os atletas de fora podem pagar até 1h antes da largada e os atletas de Mossoró até o Briefing, no sábado, dia 08.03.





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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Torneio de Verão de Ciclismo




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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

CLASSIFICADOS SUA BIKE - Vendo uma BIKE DOBRÁVEL e uma MOUNTAIN BIKE 2013

VENDO BICICLETA BIKE DOBRÁVEL URBE 2013




Bicicleta: Caloi URBE 2013
Tamanhos: ÚNICO
Preço: R$ 1100,00
Forma de Pagamento: em 10x no CARTÃO e por 1000 reais a vista
Informações do produto no SITE OFICIAL DA CALOI: http://caloi.com.br/bike/urbe
Obs: Bicicleta com poucas vezes de usada / e a NOTA FISCAL pode ser tirada no nome do futuro comprador!

CONTATOS:
telefones / Whatsapp: (84) 8827-7755 
Email: alexpolary@gmail.com
twitter: @alexpolary
facebook: Alex Polary
Instagram: alexpolary
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VENDO BICICLETA OXER 2013






Bicicleta: Oxer  
Tamanhos: 18
Preço: R$ 800,00
Forma de Pagamento: a combinar com o proprietário
Informações do produto: 21 velocidades com up grade.

CONTATOS:
telefones / Whatsapp: (84) 9952-9359 Tim /  8792-1258 oi 
facebook: Marcelo Noberto

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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Mossoró conta mais de 3 mil ciclistas




A preocupação com a integridade física dos envolvidos no tráfego, sejam eles motoristas, motociclistas, ciclistas ou pedestres, é a base do Código de Trânsito Brasileiro. Mais do que apenas regular o fluxo de veículos, a ideia da legislação é que todos possam ocupar o seu espaço. Portanto, bicicletas, triciclos, handbikes e outras variações são todos considerados veículos, com direito de circulação pelas ruas e prioridade sobre os automotores. Em Mossoró, a prática do ciclismo cresceu nos últimos anos. Estima-se que existam aproximadamente três mil adeptos da prática na cidade; destes, aproximadamente 200 se enquadram na categoria de alta performance.

Com o maior número de bicicletas transitando na via urbana no município, o alerta é sobre os riscos enfrentados. A legislação brasileira determina que esse veículo, considerado de propulsão humana, deve ter preferência no uso da avenida/rua e seguir no sentido dos carros e nas faixas laterais. A legislação cita ainda que o ciclista pode estar ao lado esquerdo da pista, mas a prática é considerada perigosa até pelos adeptos. Os requisitos acima ocorrem quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado. De acordo com o presidente Alex Polary, da Comissão dos Ciclistas de Mossoró, para os que seguem também pelas BRs, há orientações de órgãos como a Polícia Rodoviária Federal. “A PRF faz todas essas orientações e pede para os ciclistas darem preferências por rodovias com acostamento”, explica.

Mas, apesar dos riscos que envolvem pedalar sobre duas rodas, o presidente da comissão diz que não há um número expressivo de casos de acidentes. “Não tenho dados precisos; temos casos isolados de acidentes graves. Mas é preciso diferenciar o ciclista do usuário comum de bicicleta”, argumenta. Para ele, o ciclismo prevê segurança e condutas adequadas à legislação de trânsito. “Muitas pessoas usam a bicicleta de forma errada, atravessando sinal vermelho, andando na contramão. Eu faço a mesma comparação para os casos de motoqueiros e motociclistas”, diferencia.

Há cerca de uma semana, o ciclista Francilúcio Junqueira de Araújo morreu, depois de sofrer um acidente de bicicleta enquanto pedalava com um grupo por uma rodovia estadual. Ele teria sentido um mal súbito, seguido de desmaio, o que provocou a queda e ocasionou o traumatismo craniano. De acordo com informações de familiares, o ciclista estava equipado com capacete, mas o equipamento não foi suficiente para salvar a sua vida. Francilúcio pertencia à categoria denominada “ciclismo de speed”, em que o ciclista pedala em alta velocidade e percorre longas distâncias em estradas. “No ciclismo de speed não há treinamento à noite. Nessa categoria o praticante pode chegar a 80 quilômetros por hora e, se for em uma descida, pode ultrapassar os 100 quilômetros”, explica Polary. Segundo relatos, o ciclista que se acidentou estava com uma velocidade de aproximadamente 40 quilômetros. No ano passado, outro caso mobilizou os praticantes em Mossoró. Um ciclista morreu depois que foi atingido por um carro na BR-304, próximo à entrada para o município de Serra do Mel. Um carro trafegava no sentido Assú-Mossoró e, enquanto fazia uma ultrapassagem, acabou colidindo frontalmente com dois ciclistas. Um deles, Gilvenildo Elias de Moura, veio a falecer.


Ciclovias existentes são inadequadas

Para a Comissão de Ciclistas de Mossoró, a via urbana conta poucas ciclovias e algumas dessas têm uma extensão considerada reduzida para a prática. Segundo Polary, a cidade tem 4,7km em ciclovias. “Nenhuma delas leva a lugar nenhum, não tem continuidade”, questiona.

A ciclovia localizada na extensão da Avenida Rio Branco ainda atrai alguns praticantes da modalidade, no entanto os ciclistas precisam dividir espaço com pedestres que utilizam o local para fazer caminhada.

A Prefeitura teria iniciado o mapeamento da cidade para implementar as ciclofaixas em vias de maior fluxo. As ciclofaixas são espaços pintados no piso, sinalizando onde os ciclistas devem circular. Geralmente, elas são pintadas nas ruas e avenidas e dividem espaço com os carros, dando exclusividade ao ciclista em determinadas faixas. “Nós consideramos as ciclofaixas mais adequadas e seguras”, finaliza Polary.


Fonte: http://www.defato.com/noticias/31252/mossoro-conta-mais-de-3-mil-ciclistasa


por Nathália Rebouças






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