sexta-feira, 30 de agosto de 2013

"Viva a Rio Branco” vai promover convivência entre famílias mossoroenses, acontecerá no próximo domingo, a partir das 16h.








A Avenida Rio Branco vai se transformar num grande espaço de convivência da família mossoroense aos domingos. Esta é a proposta do projeto “Viva a Rio Branco”, idealizado pela Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM). A estreia do projeto acontecerá no próximo domingo, a partir das 16h, com a presença da prefeita Cláudia Regina.

Pelo que prevê o projeto, um trecho da avenida Rio Branco – entre o Teatro Municipal Dix-Huit Rosado e a Praça dos Esportes – será interditado, para uso por parte apenas de pedestres, ciclistas e skatistas. No entorno do trecho, diversas atividades artísticas, físicas e infantis serão realizadas, promovendo a convivência entre crianças, jovens, adultos e idosos.

O foco na família é uma das marcas das ações da prefeita Cláudia Regina, entusiasta e idealizadora do projeto “Viva a Rio Branco”. “Temos um espaço privilegiado para a prática de atividades físicas e também para a convivência familiar, por isso decidimos iniciar este projeto como forma de estimular o uso da avenida Rio Branco pelos mossoroenses”, disse a prefeita.

Com a interdição do trecho, a avenida ficará mais livre para a circulação de crianças em bicicletas, patins e skates, além da prática de caminhadas.




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terça-feira, 27 de agosto de 2013

I PEDALADA TURÍSTICA MOSSORÓ EU AMO EU CUIDO - INSCRIÇÃO SUPERMERCADO REBOUÇAS - CENTRO - a partir do dia 02 Segunda-feira



INFORMAÇÕES GERAIS:

O Percurso será na zona urbana de nossa cidade de no máximo 9 km para que todos possam ir com sua famílias, faremos o incentivo para a doação de sangue como também o despertar para a doação de alimento não perecível para O DESAFIO JOVEM e ABRIGO AMANTINO CÂMARA inscrição é gratuita onde terá sorteio de vários brindes e em especial 3 bicicletas sendo elas 01 Mountain Bike (masculina) 01 Mountain Bike (femina) 01 infatil, os 1000 primeiros ciclistas que doarem sangue ou levar um quilo de alimento não perecível ganhará uma camisa personalizada do evento.

Passeio Ciclístico: I  PEDALADA TURÍSTICA MOSSORÓ EU AMO EU CUIDO
Concentração/Saída/Chegada: MEMORIAL DA RESISTÊNCIA as 15  horas  concentração / Saída as 16 horas PONTUALMENTE.

Local de Inscrição: SUPERMERCADO REBOUÇA - CENTRO ( a partir 02/09 até 28/09)
Inscrição: INSCRIÇÃO GRATUITA  E OS PRIMEIROS 1000 CICLISTAS QUE DOAR UM QUILO DE ALIMENTO OU FIZER DOAÇÃO DE SANGUE GANHARÁ UMA CAMISA PERSONALIZADA.
Percurso:  7 KM DE PURO ENTRETENIMENTO VISITANDO PONTOS TURÍSTICO.


CONTATOS:
telefones / Whatsapp: (84) Icaro Christian / (84) 8827-7755 Alex Polary

Facebook: MOSSORÓ RN 
Site: www.ciclismomossoro.blogspot.com

PERCURSO:




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terça-feira, 20 de agosto de 2013

DICA DE VAGNO JESUS CONSULTORIA ESPORTIVA: Fuja das Lesões

A frase que nenhum atleta gosta, tanto os profissionais como os amadores é: "você esta com uma lesão, e terá que ficar parado por um tempo.". 

São vários os fatores que influenciam no aparecimento de lesões entre os corredores, como por exemplo biotipo, histórico esportivo, tipo de pé e de passada, dedicação e dosagem nos treinamentos, alongamentos, uso de tênis adequado, local e tipo de treino, etc.

Muitas vezes até atletas de ponta, na ânsia por resultados ou uma grande seqüência de provas, podem se lesionar, muitas vezes, mesmo possuindo uma estrutura multidisciplinar, médico, fisioterapeuta, preparador físico, etc. Temos o recente caso do maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima, que vai ficar de fora das Olimpíadas de Pequim por conta de uma lesão.
No caso das corridas de longas distâncias o maior problema encontra-se na relação peso do indivíduo x impacto. Engana-se quem pensa que o fato de correr "devagar ", não irá piorar sua lesão, quanto menor a velocidade, maior é o tempo de contato do pé com solo, e maior é o numero de passadas. A grande quantidade de vezes que os pés tocam o chão, resultam em um reflexo direto para as articulações, tendões e músculos do corpo, especialmente para os membros inferiores, causando as lesões por estresse - por excesso de repetições.
Um corredor mais lento apresenta menor amplitude na passada, isto faz com que aumente a probabilidade de lesão, já que os seus pés tocam mais vezes o chão. Por curiosidade um corredor fez a seguinte experiência correu 1Km a 4 minutos totalizando 400 passadas, e em um trote de 6 minutos o quilômetro realizou 550 passadas. É uma grande diferença. Agora imagine isto somado a uma prova ou treinos longos...
Um corredor que esteja com excesso de peso também é um grande candidato ao aparecimento de lesões, além de impedir ou retardar uma melhor performance. Para minimizar os efeitos do impacto dos pés no chão, é de grande importância para a prevenção de lesões de estresse que se sejam realizados treinos em grama, estradas de terra, areia batida da praia, ou seja, terrenos mais macios. É interessante realizar treinos em uma pista ou no asfalto para os trabalhos de velocidade, em que a
uniformidade do terreno é importante, mas cuidado com volume do treino nesse tipo de terreno.

A utilização de um bom tênis tem grande participação para evitar os riscos de lesões. Os mais aconselháveis são aqueles que possuem amortecimento. Os corredores devem encontrar um tênis onde os seus pés fiquem confortáveis para não aparecer muitas bolhas e nem cair as suas unhas.
A postura, o movimento da passada e a conformação física (pés e pernas) são fontes naturais para o aparecimento de lesões. Neste caso o melhor a se fazer é procurar um médico e seguir suas recomendações, além de realizar um trabalho de técnica, onde o maior objetivo está em melhorar a postura e os movimentos do atleta. Hoje em dia muito tem se falado da estabilização do CORE, muito trabalhado no treinamento funcional, como forma de melhorar o rendimento e evitar lesões. Existem diversas nomenclaturas para a mesma técnica, porém todos se referem a uma descrição genérica do controle muscular abdômino-lombopélvico necessário para estabilizar a coluna lombar e proporcionar estabilidade funcional de todos os segmentos corpóreos. O complexo do CORE tem sido descrito como um conjunto de 29 músculos que trabalham de uma forma coordenada visando a estabilidade lombo-pélvica. É nesse grupo muscular que se tem o centro de gravidade e onde se inicia todo e qualquer movimento que se realiza tanto com membros superiores como em membros inferiores.
Pouco adianta ter músculos das extremidades fortes se o CORE é fraco, pois esta força não será capaz de gerar um movimento eficiente dos membros. Um CORE fraco é problema fundamental de movimentos ineficazes, o que predispõe à ocorrência de lesões. O alongamento apresenta um papel importante na prevenção de lesões. Com uma boa flexibilidade consegue-se realizar movimentos mais amplos, melhorando a passada e consequentemente a performance. Além de preparar o corpo para a atividade é fazer parte do aquecimento e desaquecimento.
A melhor coisa que se tem a fazer no caso do aparecimento de uma lesão é procurar um médico, especialmente um médico esportista e seguir os conselhos e o tratamento seriamente. Na maioria das vezes o alongamento ajuda e muito na recuperação de lesões.
Quanto maior a quilometragem, maiores devem ser as preocupações com os aspectos abordados neste texto.






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Relato de Uma Motorista em Desfavor dos Ciclistas em Treino Mossoró - Upanema - Mossoró.

Quero relatar um fato acontecido no ultimo domingo 18/08 na recente asfaltada BR-110 que liga Mossoró a Upanema. Estava trafegando na via no sentido Upanema-Mossoró quando me deparei com vários cilista na via, nada contra ao esporte, pelo contrário, acho muito bom a pratica desse esporte, quando já estava chegando a essa cidade me deparei com um grupo bem organizado com carro de apoio parados em uma das faixas, porem entre os ciclistas tinha alguns que também ocupavam a outra faixa via. Diminui a velocidade e liguei o pisca alerta na intenção de passar pelo grupo e seguir viagem, mas não foi bem aceita minha atitude, pensei um pouco buzinei e nada... Enfim, acabei perdendo a paciência, mas acabei passando. Queria lembrar ao ciclistas a importância do RESPEITO que eles tanto exigem dos demais atores do transito. No fato relatado, eles já ocupavam uma das faixa, porque alguns dos ciclistas insistiam em ocupar toda a via? É extremamente necessário que o ciclista também respeitem os outros que trafegam pela cidade e ajude a fazer o transito mais tranqüilo.





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Lindaiana Medeiros - lindaianamedeiros@hotmail.com

Mossoró registra média superior a 30 vítimas de acidente de bicicleta por mês

 Ciclistas correm risco por falta de locais adequados para tráfego



Em média, mais de uma pessoa por dia dá entrada no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) vítima de acidente de bicicleta. De janeiro a julho deste ano, 261 pessoas deram entrada no HRTM, o que significa uma média mensal de 37,29. No total de acidentes, o percentual de participação de bicicletas é de 6,31%, ocupando o terceiro lugar no ranking atrás somente de moto (73,66%) e de carro (10,94%).

Segundo o ciclista Alex Polary, que coordena um grupo que pratica a atividade, a responsabilidade é tanto dos ciclistas quanto dos motoristas. "Falta educação dos dois lados. Por esse motivo, acredito que seja de 50% a responsabilidade de cada um. É preciso uma campanha educativa para que a consciência desse público seja despertada", afirma.

Sobre a falta de ciclovias e ciclofaixas na cidade, Alex Polary explica que um projeto da Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) visa resolver esse problema. "Algumas avenidas da cidade irão receber ciclovias e ciclofaixas de forma a incentivar a prática do esporte. Algumas placas já foram confeccionadas e nos próximos 30 dias já deveremos contar com algumas vias", esclarece.

No entanto, ele ressalta a necessidade de uma campanha educativa para os motoristas e ciclistas. "De nada irá adiantar implantar ciclovias e ciclofaixas se não houver uma campanha para que os ciclistas utilizem esses locais. Da mesma forma, os motoristas também precisam obter mais informações para respeitar os ciclistas", ressalta Alex Polary.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também dá dicas para que os ciclistas possam transitar com segurança. "Os ciclistas devem procurar andar sempre no acostamento. Quando não houver, andar o mais próximo possível do meio-fio e sempre no mesmo sentido dos carros. Eles devem se mostrar visíveis utilizando roupas refletivas, além do equipamento de segurança necessário. É muito importante também obedecer a sinalização", elenca o inspetor Aliathar Gibson, chefe da Delegacia da PRF em Mossoró.
Para o inspetor, também é necessário haver mais respeito por parte dos motoristas. "É evidente que os motoristas não respeitam. É preciso garantir a segurança dos ciclistas, inclusive manter distância de pelo menos 50 centímetros da bicicleta", acrescenta Aliathar Gibson.

Dicas de segurança para ciclistas

- Quando não houver ciclovia ou ciclofaixa ande próximo ao meio-fio, sempre do lado direito da pista. Em grupo, ande em fila indiana.
- Conduza o passageiro na garupa ou assento especial a ele destinado.
- Não pegue carona em veículos em movimento buscando poupar pedaladas. Evite colisões e freadas bruscas.
- Faça de tudo para ser visto. Sinalize com as mãos as suas manobras e sua direção. Olhe para os dois lados antes de atravessar, mesmo se a rua for de mão única.
- Lembre-se dos seus equipamentos de segurança, principalmente em dias chuvosos e à noite.
- Segure o guidom com as duas mãos; não faça malabarismos. Procure andar em linha reta. Evite mudanças bruscas de direção, pois assusta quem vem atrás.
- Nunca ande na contramão. Cuidado ao entrar à esquerda. Se preciso, vá até a calçada e atravesse como pedestre, empurrando a bicicleta.
- Cuidado com veículos estacionados, pois alguém pode abrir a porta repentinamente.
- Entre devagar em uma curva e evite frear. Lembre-se: podem aparecer poças d'água, manchas de óleo, areia e buracos.
- Quando transitar por calçadas, porte-se como pedestre: ande empurrando a bicicleta.
- Evite andar por avenidas movimentadas; quando o fizer, procure ver e ser visto. O melhor caminho para as bicicletas é a ciclovia ou ciclofaixa.
- Não transporte cargas pesadas demais, pois comprometem o seu equilíbrio.
- Atenção extra aos cruzamentos. Fique de olho na intenção dos veículos e pedestres. Na dúvida, atravesse na faixa de pedestre, empurrando a bicicleta.
- Cuidado ao passar pelas paradas de ônibus e de táxis, verifique se eles se aproximam, aguarde até que possa prosseguir com segurança.
- Não circule com aparelhos eletrônicos plugados aos seus ouvidos: você estará perdendo um dos sentidos fundamentais à sua atenção.
- Respeite os pedestres. As leis de trânsito devem ser seguidas. Todos somos pedestres. Ao respeitá-los, você estará respeitando a si mesmo.
- Se beber, não pedale. Bebida não combina com direção segura.
- Ao estacionar sua bicicleta, prenda com cadeado e escolha um local apropriado. Dê preferência a lugares movimentados e comerciais. Assim mais pessoas olharão pela sua bicicleta.
- Esteja atento à poluição. Respire pelo nariz e não pela boca. Nos semáforos, procure ficar à frente dos veículos motorizados e nunca atrás de seus escapamentos.
- Mantenha seus pneus calibrados e cheios. Não ande com pneus murchos.
- Evite os horários mais ensolarados do dia. Insolação não manda aviso e pode colocar você em uma situação de risco de repente.
- Porte sempre documentos pessoais, inclusive com indicação de problemas de saúde, caso existam.
- Trace um roteiro mental prévio da sua viagem. Assim, você evita situações imprevistas.
- Para passeios ou viagens mais longas, não esqueça o cantil ou a garrafinha de água.
- Evite o horário do pôr do sol (final da tarde). Nessa hora acontece o fenômeno lusco-fusco (penumbra), que costuma desorientar visualmente as pessoas, provocando acidentes.






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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Parabéns CICLISTAS - HOJE É SEU DIA






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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Guia traz 26 dicas para garantir a segurança dos ciclistas



O Guia do Ciclista, criado pela Prefeitura de Vitória, traz dicas de segurança para os condutores de bicicletas na cidade.
1. Meio-fio
Quando não houver ciclovia ou ciclofaixa, ande próximo ao meio-fio, sempre do lado direito da pista. Em grupo, ande em fila indiana.
2. Passageiro
Conduza o passageiro na garupa ou assento especial a ele destinado.
3. Carona
Não pegue carona em veículos em movimento buscando poupar pedaladas. Evite colisões e freadas bruscas.
4. Sinalização
Faça de tudo para ser visto. Sinalize com as mãos as suas manobras e sua direção. Olhe para os dois lados antes de atravessar, mesmo se a rua for de mão única.
5. Segurança
Lembre-se dos seus equipamentos de segurança, principalmente em dias chuvosos e à noite.
6. Direção
Segure o guidom com as duas mãos; não faça malabarismos. Procure andar em linha reta. Evite mudanças bruscas de direção, pois assusta quem vem atrás.
7. Contramão
Nunca ande na contramão. Cuidado ao entrar à esquerda. Se preciso, vá até a calçada e atravesse como pedestre, empurrando a bicicleta.
8. Veículos parados
Cuidado com veículos estacionados, pois alguém pode abrir a porta repentinamente.
9. Curvas
Entre devagar em uma curva e evite frear. Lembre-se: podem aparecer poças d'água, manchas de óleo, areia e buracos.
10. Calçadas
Quando transitar por calçadas, porte-se como pedestre: ande empurrando a bicicleta.
11. Evite avenidas
Evite andar por avenidas movimentadas; quando o fizer, procure ver e ser visto. O melhor caminho para as bicicletas é a ciclovia ou ciclofaixa.
12. Cargas
Não transporte cargas pesadas demais, pois comprometem o seu equilíbrio.
13. Cruzamentos
Atenção extra aos cruzamentos. Fique de olho na intenção dos veículos e pedestres. Na dúvida, atravesse na faixa de pedestre, empurrando a bicicleta.
14. Pontos de ônibus e táxis
Cuidado ao passar pelas paradas de ônibus e de táxis, verifique se eles se aproximam, aguarde até que possa prosseguir com segurança.
15. Aparelhos eletrônicos
Não circule com aparelhos eletrônicos plugados aos seus ouvidos: você estará perdendo um dos sentidos fundamentais à sua atenção.
16. Pedestres
Respeite os pedestres. As leis de trânsito devem ser seguidas. Todos somos pedestres. Ao respeitá-los, você estará respeitando a si mesmo.
17. Bebida
Se beber, não pedale. Bebida não combina com direção segura.
18. Estacionamento
Ao estacionar sua bicicleta, prenda com cadeado e escolha um local apropriado. Dê preferência a lugares movimentados e comerciais. Assim mais pessoas olharão pela sua bicicleta.
19. Poluição
Esteja atento à poluição. Respire pelo nariz e não pela boca. Nos semáforos, procure ficar à frente dos veículos motorizados e nunca atrás de seus escapamentos.
20. Pneus
Mantenha seus pneus calibrados e cheios. Não ande com pneus murchos.
21. Insolação
Evite os horários mais ensolarados do dia. Insolação não manda aviso e pode colocar você em uma situação de risco de repente.
22. Documentos
Porte sempre documentos pessoais, inclusive com indicação de problemas de saúde, caso existam.
23. Roteiro
Trace um roteiro mental prévio da sua viagem. Assim, você evita situações imprevistas.
24. Cartão telefônico
Carregue um cartão telefônico com você. Ele pode ser útil para casos de emergência.
25. Água
Para passeios ou viagens mais longas, não esqueça o cantil ou a garrafinha de água.
26. Pôr do sol
Evite o horário do pôr do sol (final da tarde). Nessa hora acontece o fenômeno lusco-fusco (penumbra), que costuma desorientar visualmente as pessoas, provocando acidentes.Arquivo PMV SECOM




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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

I PEDALADA TURÍSTICA MOSSORÓ EU AMO EU CUIDO


INFORMAÇÕES GERAIS:

O Percurso será na zona urbana de nossa cidade de no máximo 9km para que todos possam ir com sua família, faremos o incentivo para a doação de sangue como também o despertar para a doação de alimento não perecível para O DESAFIO JOVEM e ABRIGO AMANTINO CÂMARAno qual trata de dependentes químicos, a inscrição é gratuita onde terá sorteio de vários brindes e em especial 3 bicicletas sendo elas 01 adulto 01 criança 01 infanto-juvenil, os 1000 primeiros ciclistas que doarem sangue ou levar um quilo de alimento não perecível ganhará uma camisa personalizada do evento.

Passeio Ciclístico: I  PEDALADA TURÍSTICA MOSSORÓ EU AMO EU CUIDO
Concentração/Saída/Chegada: MEMORIAL DA RESISTÊNCIA as 15  horas  concetração / Saída as 16 horas PONTUALMENTE.

Inscrição/local: INSCRIÇÃO GRATUITA  E OS PRIMEIROS 1000 CICLISTAS QUE DOAR UM QUILO DE ALIMENTO OU FIZER DOAÇÃO DE SANGUE GANHARÁ UMA CAMISA PERSONALIZADA. Local de inscrição ainda tá sendo DEFINIDO.

Percurso:  7KM DE PURO ENTRETENIMENTO VISITANDO PONTOS TURÍSTICO.


CONTATOS:
telefones / Whatsapp: (84) Icaro Christian / (84) 8827-7755 Alex Polary

Facebook: MOSSORÓ RN 
Site: www.ciclismomossoro.blogspot.com

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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

O QUE COMER APÓS O TREINO DE BIKE


Quanto mais longo o treino, mais cansado você está ao final dele. E nossa primeira vontade ao chegar em casa é comer bastante. Mas calma. É importante descansar o corpo alguns minutos, e comer tranquilamente, para evitar sensação de mal estar após a refeição.
Lembre-se de beber bastante água e/ou isotônicos antes, durante e depois do treino. A hidratação é essencial.
O objetivo da alimentação no pós-treino é recuperar a energia do músculo.
Essa refeição deve acontecer até duas horas após o término da atividade física e deve conter todos os nutrientes, carboidrato, proteína e gordura.
Exemplo de almoço ou jantar: um prato de macarrão com molho de tomate acompanhado de uma carne grelhada ou purê de batatas com peixe grelhado, verduras e legumes variados temperados com azeite de oliva, e uma fruta de sobremesa.
Exemplo de lanche: sanduíche de pão integral com pasta de atum, preparada com requeijão light ou ricota, alface e cenoura ralada e um suco de frutas ou iogurte desnatado com cereal e morangos picados.
Mas atenção: caso sinta que a alimentação não está de acordo com as necessidades de seu corpo, o ideal é procurar um nutricionista.




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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

5 razões para NÃO colocar rodas aro 27,5 em sua MTB aro 26

Olá pessoal! Aqui vai um assunto que os “especialistas” de plantão dos fóruns vão ficar p&tos da vida comigo. Mas é importante alertar mesmo assim!

Essa semana tive a oportunidade de conversar com um diretor da área de desenvolvimento de produtos de uma das maiores marcas de bikes do mundo (prefiro não falar o nome da marca).

Perguntei para ele sobre a questão da conversão de bikes 26 em 27,5. E para minha surpresa a resposta dele foi: “Não faça isso!”. Os motivos são simples: A mountain bike é um veículo leve e milimetricamente planejado para aguentar impactos e situações bastante extremas, sem perder estabilidade e tendo um mínimo de segurança.

Quando se coloca uma roda aro 27,5 em uma estrutura que foi cuidadosamente planejada para um aro 1,5 polegada menor. Existem uma grande alteração na estabilidade, forças exercidas sobre o quadro e suspensão e centro de gravidade da bicicleta. O que alteram MUITO e de forma imprevisível o comportamento da bike.

Para não ficar a minha palavra contra a dos grandes “especialistas ” que tem por ai… Fui buscar uma fonte com bastante credibilidade. Josh Patterson, é mecânico de bicicletas e editor da parte técnica do Site Bike Radar. O maior site do mundo sobre aspectos técnicos de bicicletas.

Ele escreveu um artigo com 5 motivos para não fazer a conversão. Para acessar o original, aqui vai o link. Vou fazer aqui uma tradução:

1. Não é algo certo

Tem um monte de fóruns dedicados a convencer as pessoas a colocar as rodas “levemente maiores” nos quadros aro 26. Muitas das conversas nos fóruns são sobre quais os quadros são compatíveis com essa conversão.

Não existem garantias de que o seu quadro aro 26 vai acomodar as rodas 27,5 (650b). Se a sua bike for uma Santa Cruz Blur TRc ou uma Ibis Mojo HD, essas são as mais comuns para a conversão. Mas ambas as marcas afirmam que a conversão não é o ideal.

2. Só porque cabe, não significa que vai funcionar

Você não está em uma trilha somente porque a sua bike acomoda os aros 650b e os pneus. Pode até parecer que cabe no stand de reparo, mas no teste real, é quando você toda a sua suspensão traseira se comprime 100%. Provavelmente o pneu vai acertar o seat tube (ou ficar muito perto). Ou pior… a coroa do garfo vai acertar o pneu dianteiro.


Para ajustar a suspensão para que a roda caiba no quadro 26 mesmo em situações extremas, existem algumas gambiarras que podem ser feitas no garfo, com espaçadores de borracha ou limitar o curso da suspensão traseira. Mas ambas interferem na performance da bicicleta.

Em bikes Hard Tail. Você pode comprar só a suspensão 650b, mas isso irá afetar a geometria e consequentemente a dirigibilidade de sua bicicleta.

3. Diminua os pneus e diminua a diferença

Outra opção é colocar pneus com perfil mais baixo. Isso diminui as chances do pneus pegar na bike… Porém, também diminui as vantagens de você estar utilizando o aro 27,5…


Além de perder estabilidade e resistência por estar utilizando pneus mais finos.

4. A performance vai ser mediana, no máximo

Vamos supor que você ignore tudo o que está sendo dito e coloque rodas 650b no quadro 26… Você vai ter que comprar novos pneus, novos aros, talvez um garfo novo. Isso com certeza vai sair mais barato que uma bike nova

O problema é que provavelmente você não terá grandes resultados com isso. Você terá aumentado 25mm em uma roda, mas terá alterado todo o resto da bicicleta.

Com a alteração você terá aumentado a altura do caixa de centro, vai ter modificado o curso da suspensão da sua bike, para evitar o impacto com a coroa. Talvez precise de pneus mais finos, também para evitar o impacto tanto no garfo como no seat tube. Se você optar por uma suspensão 650b, você vai alterar o ângulo do head tube, altura da caixa de centro, ângulo do seat tube e aumentar o comprimento total da bike… Ou seja construiu uma bike nova.

Com tantas alterações, é simplesmente impossível identificar qual o ganho que aconteceu por conta do aumento das rodas… Com tantas variáveis confusas na equação.

Nenhuma conversão será melhor que uma bike projetada 100% para os aros 650b.

5. Paciência é uma virtude

Pergunte a você mesmo: Vale a pena empurrar uma roda ligeiramente maior em um quadro 26, só para ter ganhos marginais de rolagem e tração com o risco de perder segurança e performance e dirigibilidade?

Tem um monte de aros 650b sendo lançados, desde hard tail a bikes de DH. Logo, logo, todo o tipo de marcas de quadros e rodas já estarão disponíveis em 650b. Se ainda não estiver afim de gastar com a 650b. Teste a bike de algum amigo que seja feita especificamente para 650b e tire as suas conclusões daí. Não converta uma 26 em uma 27,5.

Se você for um cara que gosta de apostas e está ansioso para se juntar a galera que está fazendo as conversões. Provavelmente em um futuro próximo, serão lançados quadros planejados para que a conversão seja feita e ai você poderá fazer o sua conversão.
Complementos


“Outros detalhes importantes:

- A altura da caixa de centro em relação ao solo vai ser aumentada
(ela e o que eles chamam de BB drop, andam juntos; BB drop é a diferença de altura dos eixos da roda para a caixa de centro e vice-versa) você vai estar em uma bike com a caixa de centro mais alta em relação ao solo, porém com um BB drop de uma caixa de centro mais baixa.

- Nas bikes 29 e 27,5 de fábrica a altura de caixa centro em relação ao solo aumenta quando muito 5 mm em relação à 26 (vários fabricantes mantém a mesma). E os fabricantes aumentam justo o BB drop para manter a bike estável e não colocar a caixa de centro lá em cima. Ou seja, os eixos das rodas sobem e a caixa de centro permanece lá embaixo.

- O trail dessa bicicleta é calculado para uma roda 26 e com tal ângulo de caixa de direção e vice-versa, você também terá alterações de dirigibilidade por conta disso. Trail é a diferença da projeção do ângulo da caixa de direção para o solo, e do eixo da roda da frente para o solo. Só para ilustrar: imagine uma moto tipo uma HARLEY, o trail dela é imenso, enquanto uma moto tipo do Valentino Rossi tem o trail bem menor.

- A largura de guidão de uma bike 26 foi pensada para esterçar essa roda considerando o desvio angular que ela tem, se a roda aumenta, e o guidão?

E por aí vai. Saudações!”



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